A infraestrutura do Pix é criptografada, auditada e regulada pelo Banco Central. Os golpes que aparecem no noticiário não quebram essa infraestrutura — eles convencem a própria pessoa a enviar o dinheiro. A defesa, portanto, é comportamento.
1. Confira o nome antes de confirmar
A tela de confirmação mostra o nome do recebedor. Leia. Se o nome não bate com quem deveria receber, pare — é a checagem mais simples e a mais ignorada.
2. Desconfie de urgência
Golpe tem pressa. Parente em apuros, oferta que acaba em minutos, cobrança que vence agora: qualquer mensagem que exige transferência imediata merece uma ligação de confirmação antes.
3. Use os limites a seu favor
Configure limite por transação e limite noturno. Se algo escapar, o estrago fica contido — e aumentar o limite de propósito leva segundos no app.
4. Chave aleatória para desconhecidos
Ao receber de quem você não conhece, prefira a chave aleatória ou o QR Code: eles não expõem seu CPF nem seu telefone.
5. Cadastre o MED no susto
Caiu num golpe? Acione o Mecanismo Especial de Devolução pelo próprio app, o quanto antes. Ele congela os valores na conta de destino enquanto o caso é analisado — e tempo, aqui, é dinheiro no sentido literal.